sexta-feira, 7 de março de 2014

Sentimos dores, adoecemos e morremos...precisamos desesperadamente ser amados. E nem sempre somos. E escancaradamente ou não, a alma sempre sofre...
Temos fome. Sede. Frio e calor...tristeza e raiva. Alegria e gozo. Medo e esperança. E um dia a solidão bate...em cada porta, seja qual for. 
Traduzindo em miúdos, resumindo, aterrissemos... somos todos iguais.
A carne nos nivela...as emoções nos trituram a todos, num liquidificador chamado vida.
Olhemos bem para nós mesmos...quem pensamos ser?

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